segunda-feira, 5 de outubro de 2009

A " REGRA DE OURO " não é a mesma para todos, acho que "cada um tem a sua"... infelizmente na atual conjuntura, a regra predominante tem sido: “quem tem o ouro dita as regras”.....

Esse texto de Robert Tamasy mexeu comigo, ao falar sobre a generosidade me fez refletir que muitas vezes tenho sido hipórita pois, não tenho agido com gerosidade com a frequncia que deveria, muitas vezes ligamos a vida no "piloto automático" e vamos andando no rítimo da multidão....

Boa reflexão !!!



Regra de Ouro


O mundo dos negócios poderia ser descrito como incansável “busca por ganhar”: ganhar clientes, market-share, vantagem competitiva. Relatórios diários mostram “ganhos e perdas”. Como a crise econômica global se estende, muitos são os que deixam de ganhar. Talvez seja boa ocasião para profissionais e empresários recuperarem a chamada “Regra de Ouro”. Ela apareceu originalmente na Bíblia, quando o apóstolo Paulo citou esta afirmação de Jesus: “Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber” (Atos 20.35).
Embora alguns cínicos digam que hoje a “Regra de Ouro” sofreu nova conceituação, significando “quem tem o ouro dita as regras”, o princípio, contudo, permanece verdadeiro mesmo em dias em que o materialismo e o consumismo têm exercido forte poder sobre nossa sociedade.
Generosidade é mais uma exceção do que regra, embora haja algo de curioso, até paradoxal, indicando que dar é mais benéfico e gratificante do que receber. Quando damos não apenas outros recebem, mas nós também recebemos satisfação de sermos canais para que a ajuda chegasse até eles. Ou seja, quando damos, ganhamos!
Há também a compreensão de que não alcançamos nossas conquistas sozinhos, mas "ganhamos" ajuda de outros ao longo do caminho. Oferecer ajuda em forma de recursos tangíveis, tempo, conselhos ou encorajamento é uma maneira de retribuir a generosidade de que fomos alvo. A Bíblia fala muito sobre "dar" e "generosidade". Eis alguns exemplos:
Generosidade é o caminho certo. No mercado de trabalho frequentemente se discute sobre “o que é certo”. Fazer o bem a outros quando se tem oportunidade é o certo e este investimento paga bons dividendos. “O desejo dos justos resulta em bem; a esperança dos ímpios, em ira. Há quem dê generosamente, e vê aumentar suas riquezas; outros retêm o que deveriam dar, e caem na pobreza. O generoso prosperará; quem dá alívio aos outros, alívio receberá” (Provérbios 11.23-25).
Generosidade promove o bem. Dar com generosidade estabelece forte exemplo positivo a ser seguido.“Feliz é o homem que empresta com generosidade e que com honestidade conduz os seus negócios... Reparte generosamente com os pobres; a sua justiça dura para sempre” (Salmos 112.5, 9).

Generosidade honra a Deus. Amor e compaixão são o centro do caráter de Deus. Haveria maneira melhor de refletir Seu caráter do que dar dos recursos que Ele nos permitiu acumular? “Oprimir o pobre é ultrajar o seu Criador, mas tratar com bondade o necessitado é honrar a Deus” (Provérbios 14.31).

Generosidade reflete nossa esperança. Nossa confiança está depositada em coisas que se perdem facilmente ou em Deus, fonte primeira de tudo quanto temos? “Ordene aos que são ricos no presente mundo que não sejam arrogantes, nem ponham sua esperança na incerteza da riqueza, mas em Deus, que de tudo nos provê ricamente, para a nossa satisfação. Ordene-lhes que pratiquem o bem, sejam ricos em boas obras, generosos e prontos a repartir. Dessa forma, eles acumularão um tesouro para si mesmos, um firme fundamento para a era que há de vir, e assim alcançarão a verdadeira vida” (I Timóteo 6.17-19).

domingo, 27 de setembro de 2009

Neste texto de Jin Mathis, podemos entender a diferença entre o valor das amizades e o modismo e superficialidade do network....


O Valor da Amizade


Descobri cedo em minha carreira profissional que, como quase tudo na vida, negócios giram em torno de relacionamentos. Quando abri minha empresa no ramo fotográfico em 1973, um senhor mais velho, de nome Elgin Smith, acolheu-me e apresentou-me às pessoas que eu precisava conhecer. Desde então, sempre tenho feito negócios com amigos e raramente com estranhos.
Acredito que amizade, ou o potencial para amizade, deveria ter prioridade máxima. Tudo se resume em quem você conhece e quem conhece você.

Alguém disse que os melhores amigos são aqueles que fazem surgir em nós o que há de melhor. Procurar pessoas que possam me encorajar, com as quais eu possa aprender e que também queiram o melhor para si mesmas e para as que as cercam, me parece critério sólido para avaliar e estabelecer novos relacionamentos. Para ser alguém que outros gostam de ter ao lado é mais do que ter um conjunto de habilidades. Por exemplo, os músicos que conseguem os melhores trabalhos não são os que têm maior capacitação vocal ou instrumental, mas aqueles com quem as pessoas gostam de estar. Isso é também verdade, em vários níveis, para outras profissões.

Se quer ter amigos, seja amigo. Se quer que as pessoas se interessem por você, mostre interesse por elas. Este é um tópico que a Bíblia considera importante e sobre o qual tem muito a dizer.

Amizade exige que sejamos amigos. A verdadeira amizade é um relacionamento mutuamente benéfico, tanto nos negócios como na vida pessoal. Devemos estar dispostos a dar de nós mesmos o que exigimos dos outros.“O homem que tem amigos deve, ele próprio, ser amistoso...” (Provérbios 18.24 – tradução livre).

Amizade pode ser mais íntimo que relacionamentos familiares. Nossos relacionamentos com membros da família- pais, irmãos, irmãs, primos e avós - são importantes, mas às vezes, por causa da proximidade, do tempo passado juntos, interesses mútuos e lutas compartilhadas, os laços de amizade podem vir a ser ainda mais fortes. O restante do versículo anterior afirma: “...Mas existe amigo mais apegado que um irmão” (Provérbios 18.24).

Amizade é consistente. Qualquer um pode agir como amigo quando os tempos são agradáveis e as coisas vão bem. O verdadeiro amigo, porém, permanece junto mesmo durante tempos difíceis e graves. “O amigo ama em todos os momentos; é um irmão na adversidade” (Provérbios 17.17).
Amizade exige sacrifícios. O verdadeiro amigo dá de si mesmo, ainda que isso não lhe seja conveniente ou mesmo lhe seja custoso. O exemplo maior disso encontramos em Jesus Cristo, que disse: “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos” (João 15.13).

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Quebrando a Rotina

Por Rick Warren


É fácil deixar-se prender pela rotina no trabalho: o mesmo lugar, fazendo as mesmas coisas, lidando com as mesmas responsabilidades. Isso pode ser confortável, já que a rotina se torna familiar. Mudar pode se tornar difícil por implicar aventurar-se rumo ao desconhecido e incerto. Acomodar-se, porém, pode ser perigoso. O humorista Will Rogers costumava dizer: “Mesmo que esteja no caminho correto, você corre o risco de ser atropelado se ficar sentado!”

Quando você descobre que está preso à rotina, o que o faz se mexer? Para a maioria das pessoas existem três motivadores para promover mudanças, quer gostem ou não:

1. Dor – Seja qual for a maneira como se apresente, pode nos motivar a buscar mudança. Geralmente não é ver a luz que nos leva a mudar, mas sentir seu calor.

2. Pressões – Sentimo-nos pressionados quando o médico nos dá uma trágica notícia: “Ou perde 25 quilos ou vai morrer!” Ou então, quando o chefe nos intima: “Ou melhore seu desempenho ou será despedido!” O problema da pressão como motivador é que ela não dura muito tempo. Quando a pressão diminui e o problema é solucionado ou a crise avassaladora passa, o mesmo acontece com a motivação. Tudo fica perfeito no mundo e voltamos à nossa vidinha de sempre!

3. Perspectiva – Adquire-se perspectiva quando se tem um panorama amplo de uma situação ou quando se é profundamente inspirado por uma visão ou propósito desafiador. Perspectiva envolve uma pessoa quando ela toma consciência de que está desperdiçando seu potencial e oportunidades promissoras que atravessam seu caminho.

Entretanto, não precisamos esperar até sermos motivados pela dor, pelas pressões ou até adquirirmos uma perspectiva. A Bíblia nos lembra:“Se você esperar pelas condições perfeitas, jamais fará qualquer coisa” (Eclesiastes 11.4). Eis alguns passos para quebrar a rotina:

. Assuma a responsabilidade de sua própria vida. Recuse-se a ser um justificador (aquele que racionaliza seus fracassos), ou um acusador (aquele que culpa outras pessoas por suas falhas). Antes, seja aquele que escolhe e opte por romper com a rotina que o cerca.

. Creia que você pode. Pare de dizer, “Não posso!”, e comece a afirmar, “Eu posso!”. Agindo assim, pode se surpreender ao descobrir que realmente você pode.

. Deixe claro o que você realmente quer. Escreva como você gostaria de mudar e o que gostaria de ver mudado. Seja específico.

. Não espere pelas circunstâncias ideais. Pare de dizer: “Vou fazer isto um dia desses quando as coisas forem mais favoráveis.” Faça-o agora! “Um dia desses”, na verdade, é “dia nenhum”.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Foco; habilidades e importância.

Por Jim Mathis


Li a biografia de William Henry Fox Talbot, um dos inventores da fotografia e principal proponente do processo negativo-positivo. Viveu entre 1800 e 1870 e alcançou muitas realizações. Além de ser rico proprietário de terras e membro do parlamento britânico, inventou a técnica do meio-tom e publicou o primeiro livro ilustrado com fotografias. Era também matemático.

O autor comentou, de passagem, o quanto algumas pessoas daquela época foram capazes de realizar, mesmo carecendo de tantas coisas consideradas essenciais à sociedade moderna. Por que as pessoas daquele tempo realizaram tanto? Talvez parte do motivo esteja no fato da sociedade atual ter reduzido nossa habilidade de nos concentrarmos sobre uma única coisa por longo tempo.

Ao longo dos anos o período de tempo que mantém cativa nossa atenção tem diminuído. Pessoalmente, tenho notado nos últimos anos que fico inquieto depois de uns poucos minutos de concentração. Estou sempre checando meus e-mails, levantando-me para tomar café ou descobrindo algo que foi negligenciado e precisa ser feito. Ser capaz de trabalhar numa única tarefa por horas a fio tem se tornado bastante difícil.

Talbot não tinha e-mails para ler a cada poucos minutos ou telefone para interromper seus pensamentos. Ele não gastava as noites vendo televisão. Não tinha que atualizar suas páginas em redes de relacionamentos e blogs da Internet. Os tempos eram mais vagarosos e menos exigentes. Ele podia passar horas, até mesmo dias, resolvendo problemas complexos sem ser distraído.

Hoje, muitos consideram a capacidade de realizar múltiplas tarefas uma habilidade valiosa. Mas na prática significa não dar 100% de atenção a coisa alguma. Estamos tentando fazer muitas coisas, correndo em várias direções, incapazes de concentrar o foco por tempo suficiente em um único objetivo. Anos atrás decidi ser fotógrafo, músico e escritor.
O que isto quer dizer de fato é que determinei que não vou gastar o meu tempo sendo jardineiro, jogador de golfe ou carpinteiro. Limitando as atividades posso realizar mais em áreas específicas. “Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor e não para os homens” ( Colossenses 3.23). Para mim, “de todo o coração” significa dar tudo o que tem e não se deixar distrair.

Aprendi que os japoneses têm uma palavra, “muda”, que geralmente quer dizer “improdutivo” ou simplesmente, “perda de tempo”. É claro que às vezes fica difícil determinar se estamos perdendo tempo. Passar uma tarde num campo de golfe é perda de tempo? E se for com um cliente importante? E se for um profissional desse esporte e as horas a mais de treino significam mais sucesso? A música pode ser perda de tempo para alguns. Mas já que Deus me deu paixão pela música, não praticá-la seria desobediência e provavelmente seria visto por Deus como desperdício de dom.

Descobrir quem somos, como Deus nos fez e qual o nosso propósito na vida é fundamental para determinar para onde devemos direcionar nossa energia e aprender como fazer melhor uso do nosso tempo.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

O que fazer, quando fazer...

Líder é o sugeito que quebra paredes e constrói pontes, é o sugeito que quebra pontes e levanta paredes, na ordem correta e na circunstância correta.

Líder é o sugeito que quebra paredes e constrói pontes, é o sugeito que quebra pontes e levanta paredes (O que fazer) na ordem correta e na circunstância correta (quando fazer)

Não é diferente em nossa vida, existem momentos de construir e momentos de desmontar, não
tenha medo de construir pontes novas, com certeza elas te levarão 'a "pastagens" novas!
Não hesite em desmontar as pontes que não levam a lugar algum, assim você não será tentado a continuar nesse caminho de ilusão.

Halisson Pontarolla

Alegria de ter o suficiente.

Um conhecido psicólogo, especializado em aconselhamento financeiro, disse que com o declínio da fortuna de seus clientes, sua clínica prosperou. Ele declarou estar mais ocupado do que jamais esteve em 30 anos. Ele afirma que as pessoas ricas nunca estiveram tão alarmadas: “Elas acreditam que essa recessão é semi-permanente”. Pesquisas indicam que dinheiro e situação econômica lideram a lista dos fatores que provocam estresse, para 8 entre cada 10 pessoas, no mundo ocidental, e os mais ricos não estão imunes.
O escritor Richard Peterson fala a respeito de um cliente, “cuja fortuna, antes estimada em U$ 400 milhões, hoje vale U$ 200 milhões! Pelo seu comportamento, você poderia pensar que se trata de alguém prestes a se tornar um morador de rua, uma sucata da sociedade. Está aborrecido por não poder mais manter seu jatinho privado. Está à beira da devastação, porque agora terá de voar de primeira classe em vôos comerciais!” O lema que prevalece no mercado de trabalho do século XXI parece ser: “Vida, liberdade e busca de apenas um pouquinho mais”.
Compare essa filosofia com a convicção fundamentada na Bíblia: “Vocês são bem-aventurados quando estão satisfeitos em ser exatamente quem são – nem mais, nem menos. Neste momento vocês descobrem que são orgulhosos possuidores de tudo aquilo que não pode ser comprado” (Mateus 5.5 – tradução livre).
Um rico empresário da Avenida Madison, em New York, caminhava ao longo da praia de uma comunidade litorânea em suas férias. O CEO notou um pescador ocioso, sentado ao lado de seu barco, sua pele bronzeada e curtida pelo sol, vento e água do mar. Ele parecia não ter pressa para fazer coisa alguma. Curioso com a falta de atividade do pescador, o empresário perguntou-lhe:
- Por que você não está pescando?
- Porque já peguei peixes suficientes para o dia de hoje - respondeu o pescador.
- Por que você não pesca mais do que precisa? - perguntou o empresário.
- O que eu faria com o excedente?
- Você poderia ganhar mais dinheiro e comprar um barco melhor; com isso, poderia ir mais longe mar a dentro, pegar peixes maiores, comprar redes de nylon e ganhar mais dinheiro. Em breve poderia ter uma frota de barcos e ficar rico como eu.
O pescador ficou pensativo e depois perguntou: - E depois, o que eu faria?
- Você poderia descansar e desfrutar da vida.
- E o que você acha que eu estou fazendo agora? - respondeu o sábio pescador.
Querer mais, mais e mais! Nos principais centros de negócios do mundo, a atitude dominante parece ser: “Mais dinheiro, mais coisas, mais status!” Esse é um círculo implacável, sem fim, que gera cobiça e descontentamento, bem como úlceras e ataque cardíaco.
Podemos comparar esse ponto de vista com a perspectiva oferecida pelo apóstolo Paulo: “Aprendi a estar satisfeito em qualquer circunstância” (Filipenses 4.11 – tradução livre).

Por Robert D. Foster

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Injeção de ética!!

Quer na crise gerada por empréstimos a clientes com histórico de crédito desfavorável (subprime) ou no caso de pessoas eleitas negociando favores políticos ou quando um conhecido consultor financeiro logrou algumas das pessoas mais ricas do mundo ao criar um elaborado esquema de investimentos, a questão fundamental adjacente em cada um desses escândalos foi a mesma: falta de integridade.

Em essência, integridade é a manifestação externa do caráter interior. O que fazemos, e como o fazemos, espelha quem realmente somos. Caráter sólido não é algo que possa ser adquirido como se conquista um título de MBA em Escola de renome. Também não se encontra na lista de requisitos do currículo de executivos. É uma qualidade que precisa ser cultivada ao longo do tempo.

Alguns fatores, porém, ajudam a desenvolver e manter verdadeira integridade. Um deles é uma saudável dose de temor. A maioria dos mais preeminentes profissionais e líderes não temem a lei, seus clientes ou mesmo sua consciência. Tornaram-se insensíveis, endurecidos para com valores como honestidade, confiabilidade, qualidade e excelência. O que importa para eles são seus próprios objetivos egoístas.

O que será preciso para resgatar a moralidade e restaurar elevado nível de padrões éticos no mercado de trabalho do século XXI? Deixe-me sugerir consultarmos a fonte eterna, a Bíblia. Em suas páginas encontramos suprimento ilimitado de sabedoria e orientação para trabalhar e viver de maneira consistente e honesta, sustentando o que melhor atende o interesse comum.

Provérbios 16.6, no Antigo Testamento, proporciona um bom começo: “Com amor e fidelidade se faz expiação pelo pecado; com o temor do Senhor o homem evita o mal”. Muitos perderam “o temor do Senhor”, a convicção de que Deus pede contas de nossas ações.

Outro importante aspecto em “temer o Senhor”, que pode ajudar a restaurar um ambiente ético vigoroso no mercado de trabalho é: “O temor do Senhor é o princípio do conhecimento, mas os insensatos desprezam a sabedoria e a disciplina” (Provérbios 1.7). Num mundo imprevisível, de incertezas crescentes, não nos seria útil mais sabedoria e conhecimento? Essa é uma das grandes promessas feitas por Deus aos que O seguem.

Você conhece pessoas em seu ambiente de trabalho que se tornaram insensíveis à ética e à moral? Ore para que descubram o temor de Deus e a necessidade de expiação por sua imoralidade. Somente Deus pode proporcionar a verdadeira “injeção de ética".

Por Rick Boxx

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Sem se comparar com ninguém...

Neste último domingo ouvi algo que me fez pensar, um trecho de Gálatas diz: “ Cada um examine os próprios atos, e então poderá orgulhar-se de si mesmo, sem se comparar com ninguém...” (Gl 6:4)
A vida nos dá opções; se olharmos para “baixo” e nos compararmos com as pessoas que encontramos lá, podemos nos confortar com a nossa posição achando que somos melhores do que eles, se olharmos para “cima”, podemos nos deprimir e ser invadidos por uma sensação de incompetência e baixa produtividade.
A boa semente que quero semear essa semana é estimulá-lo a não fazer comparações, você e a sua história são únicos, não devemos nos orgulhar por ser melhor, ou tão pouco nos menosprezar por ser inferior a alguém, devemos nos preocupar em ser melhor hoje do que fomos ontem, esse é o nosso desafio!

Algumas dicas....

1 Aceite suas imperfeições.
2 Supere o medo da mudança.
3 Peça feedback.
4 Ouça o feedback sem ficar na defensiva.
5 Detecte os problemas causados pelo seu comportamento.
6 Combata os problemas causados pelo seu comportamento.
7 Disciplina, quando errar retome, não desista.
8 Não olhe só para o grande, pequenas atitudes produzem grandes resultados.

Fique com DEUS e tenha uma boa semana!

Halisson Pontarolla

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Sementes da laranja...

Podemos contar as sementes que encontramos em uma laranja, mas não podemos contar quantas laranjas tem em uma semente...

Não sou guru, vidente ou pitonisa, na verdade, prever o futuro não é muito difícil, seguramente amanhã você vai viver as reações referente às ações de ontem!

Pense sobre isso, plantar uma boa semente hoje, é a certeza de uma feliz e produtiva colheita amanhã.

Amor, respeito, trabalho, honestidade, fidelidade... são sementes poderosas, mesmo que o momento seja adverso e o "solo" não pareça fértil ou merecedor de receber boas sementes, trate a situação com serenidade e faça a opção mais difícil, creia que O PODER DA BOA SEMENTE é mais forte que esse o "solo" pedregoso.

Deus o abençoe e tenha uma boa semana!


Halisson Pontarolla

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Perseverança

Muitos vivem segundo o princípio do “Eu preciso ter, e precisa ser agora!” Lembro-me quando precisava esperar dias, às vezes semana, para rever as provas da revista que eu editava e eram enviadas pelo correio. Hoje provas digitais chegam por e-mail quase que instantaneamente. E já quase achamos esse meio “devagar” demais.

Notícias e informações igualmente precisam ser imediatas. Nada de esperar pelo jornal diário ou ir à biblioteca fazer pesquisas. Tudo o que precisamos pode ser encontrado pela Internet. Quando vamos ao nosso restaurante ou lanchonete preferido, ficamos impacientes se temos que esperar alguns minutos para sermos atendidos. Sabemos o que queremos, e o queremos para já!

Atletas jovens e talentosos, ansiosos por capitalizar seus dotes físicos, procuram fugir das etapas de preparação, visando apenas alcançar as riquezas proporcionadas pelo esporte profissional.
Líderes empresariais não dispostos a investir tempo necessário para o desenvolvimento de suas carreiras e aspirações de modo convencional, escolhem tomar atalhos, transigindo nos padrões morais e éticos. Querem gratificar suas necessidades e desejos, e isso precisa acontecer já!

Todo o mundo se encanta diante da perspectiva de obter sucesso "da noite para o dia”. A realidade, porém, é que mesmo aqueles que de repente explodem no mundo dos negócios ou profissional
ou outra área, geralmente perseguiram sua paixão no anonimato por anos a fio. Para a maioria, foram anos mais pontuados pelo fracasso do que pelo êxito. O segredo é que, ao invés de desistir, desanimados ou desesperados, perseveraram em sua busca.

Perseverar é recusar-se a desistir, é constância em se manter fiel a um sonho, uma visão ou missão, mesmo diante de obstáculos enormes. Esta é uma característica dos maiores exploradores, cientistas e inventores que o mundo já conheceu. Perseverança, além de proporcionar determinação e disciplina para suportar e vencer adversidades, gera também outros benefícios:

Perseverança forja o caráter. Como o exercício físico faz com os músculos, assim perseverança fortalece a pessoa no íntimo, promovendo um caráter experimentado, que não se dobra quando confrontado com a derrota ou o desapontamento. “Não só isso, mas também nos gloriamos nas tribulações, porque sabemos que a tribulação produz perseverança; a perseverança, um caráter aprovado; e o caráter aprovado, esperança” (Romanos 5.3-4).

Perseverança aumenta com a fé. Fé em si mesmo, em suas metas e, acima de tudo em Deus, fornece a “energia” que produz perseverança para prosseguir no longo prazo. “Pois vocês sabem que a prova da sua fé produz perseverança. E a perseverança deve ter ação completa, a fim de que vocês sejam maduros e íntegros, sem lhes faltar coisa alguma” (Tiago 1.3-4).

Perseverança capacita a lidar com expectativas frustradas. Que acontece quando os resultados esperados não surgem? Alguns desistem, resignados. Outros abandonam seus planos e vão
em busca de novos objetivos. Mas há os que se agarram às suas metas, impelidos pela esperança de alcançá-las um dia. Foi o que fizeram os patriarcas da “galeria da fé”: “Todos estes receberam bom testemunho por meio da fé; no entanto, nenhum deles recebeu o que havia sido prometido. Deus havia planejado algo melhor para nós, para que conosco fossem eles aperfeiçoados” (Hebreus 11.39-40).

Por Robert J. Tamasy

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Individualismo e Interdependência

Por Rick Boxx

Você já assistiu a uma competição esportiva,um jogo de futebol ou basquete, em que um jogador monopoliza a bola e não a passa aos companheiros? Por melhor que ele seja, uma boa defesa acabará por deter esse atleta egocêntrico, anulando ou minimizando seu desempenho. Existe um bom motivo para ele ser parte da equipe: ele não consegue vencer sozinho!
De modo similar, a cultura de mercado coloca tanta ênfase sobre a individualidade, que muitas metas de equipe são sacrificadas, resultando em fracasso no final. Ao invés do trabalho conjunto, grandes realizadores preferem atrair atenção para si mesmos, comprometendo o êxito da corporação, em sua busca por benefícios próprios.
Empresas de sucesso procuram estabelecer equilíbrio entre interdependência e individualismo. Colocam os objetivos da equipe em primeiro plano e encorajam os membros a trabalhar em conjunto para atingi-los. Valorizam, também, os talentos e habilidades individuais. Sabem, contudo, que permitir que alguém coloque sua meta individual acima do da equipe é, na melhor das hipóteses, contraproducente, e letal, na pior delas.

As idéias sobre trabalho em equipe e interdependência não são novas. Há aspectos delas em todas as civilizações. A Bíblia, coleção de escritos compilados ao longo de milhares de anos, reafirma freqüentemente o valor do trabalho em conjunto. Considere os seguintes princípios do livro de Eclesiastes:

Mesmo os mais fortes necessitam do suporte de outros. O CEO de uma empresa recebe aplauso quando a organização prospera e a maior parcela de responsabilidade quando ela fracassa. Porém, nem mesmo o maior líder ou o mais empreendedor pode fazer sozinho todo o trabalho, nem tampouco possui todas as habilidades necessárias para as diferentes tarefas. “É melhor ter companhia do que estar sozinho, porque maior é a recompensa do trabalho de duas pessoas” (Eclesiastes 4.9).

Trabalho em equipe capacita a vencer o fracasso. Ninguém é bem-sucedido o tempo todo. Na verdade falhamos mais do que obtemos sucesso. Quando falhamos – ou tropeçamos – é fundamental a presença do outro ao nosso lado para nos erguer, limpar-nos da poeira, encorajar-nos a tentar de novo e sugerir o que pode ter dado errado. “Se um cair, o amigo pode ajudá-lo a levantar-se. Mas pobre do homem que cai e não tem quem o ajude a levantar-se!” (Eclesiastes 4.10).

Trabalho isolado limita a produtividade. Trabalhar sozinho pode limitar a eficiência (e a criatividade) de uma pessoa, principalmente em (situações) empreendimentos criativos, em que várias mentes podem encontrar soluções que, isoladamente, jamais se descobriria. O “atrito criativo” pode fazer surgir o que há de melhor em cada um. “E se dois dormirem juntos, vão manter-se aquecidos. Como, porém, manter-se aquecido sozinho?” (Eclesiastes 4.11).

A força da interdependência não pode ser exercida isoladamente. Um cavalo é capaz de suportar certo peso, mas se colocado a trabalhar junto com outro, ambos poderão puxar muitas vezes mais carga. Isso também é verdadeiro no ambiente organizacional, onde os desafios são muitas vezes impossíveis de ser alcançados por uma pessoa isoladamente. “Um homem sozinho pode ser vencido, mas dois conseguem defender-se. Um cordão de três dobras não se rompe com facilidade” (Eclesiastes 4.12).

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Não Desista!

Por Robert D. Foster

O romancista Oscar Wilde escreveu: “Experiência é o nome que todos dão aos seus erros”. Embora a afirmação de Wilde sugira que as pessoas sempre podem encontrar uma desculpa para o que fizeram, essa declaração também põe em evidência uma verdade do cotidiano: Falhar é uma oportunidade para o aprendizado de lições valiosas!

Raramente é fácil admitir uma falha. Geralmente é desencorajador. Quando falhamos, frustrados, somos confrontados pela tentação de desistir. Mas falhar faz parte da vida tanto quanto respirar.
Diante do fracasso devemos voltar atrás, retornar ao ponto de partida e tentar novamente, esperando ser bem-sucedidos nessa tentativa ou na próxima. Se você pensar a respeito verá que todos temos experiência em “voltar atrás” depois de um fracasso. Pondere no seguinte:

· Todos nós caímos na primeira tentativa que fizemos para andar.
· Todos nós quase nos afogamos quando tentamos nadar pela primeira vez.
· Todos passamos por dificuldades quando começamos a tentar juntar as letras e formar palavras.
· Nos esportes quase todos nós erramos a bola na primeira tentativa de chute ou rebatida.
Rowland Hussey Macy, fundador da primeira loja de departamentos dos Estados Unidos, falhou 7 vezes antes que o seu empreendimento se tornasse sucesso em New York. O romancista britânico John Creasey, ainda jovem escritor, recebeu 743 recusas antes de firmar uma carreira de sucesso com mais de 600 romances de mistério.

Como você se recupera dos reveses da vida? Retraindo-se desencorajado, temendo se arriscar a outro insucesso? Ou reúne toda a sua determinação, decidido a tentar com mais empenho, cheio da expectativa de alcançar sucesso à medida que persevera em meio aos desafios?

Ouça o excelente conselho do escritor Paul S. Rees: “Deus pode tomar nossos fracassos e transformá-los em sucesso; Ele pode tomar nossos medos e transformá-los em coragem; Ele pode tomar nossos preconceitos e dissolve-los em Seu amor; Ele pode tomar-nos, quando nos afastamos totalmente Dele e de nossos deveres, e pousar Sua mão sobre nós para nos resgatar; Ele pode nos transformar, levando-nos a enfrentar uma vez mais a tarefa que nos intimida e vencer o inimigo que nos humilhou.”

Não estamos sós em nossos fracassos. Lembre-se sempre que não estamos sozinhos em meio às nossas lutas. Pondere sobre estas palavras encorajadoras de Deus para os tempos de dificuldades: “Por isso não tema, pois estou com você; não tenha medo, pois sou o seu Deus. Eu o fortalecerei e o ajudarei; Eu o segurarei com a Minha mão direita vitoriosa” (Isaías 41.10).

Os fracassos podem nos tornar melhores. Reagir de modo apropriado ao fracasso resulta em mais do que simplesmente agarrar firmemente algo até obter sucesso. Também ajuda a nos moldar, tornando-nos pessoas melhores, edificando um caráter sólido e resistente. A Bíblia diz: “Meus irmãos, considerem motivo de grande alegria o fato de passarem por diversas provações, pois vocês sabem que a prova da sua fé produz perseverança. E a perseverança deve ter ação completa, a fim de que vocês sejam maduros e íntegros, sem lhes faltar coisa alguma.” (Tiago 1.2-4).

A Fé é nosso guia em meio ao fracasso. Fé - não apenas em nós e em nossas habilidades, mas acima de tudo, em Deus, aquele que controla todas as circunstâncias que nos cercam - é crucial se quisermos alcançar sucesso num mundo adverso que não se preocupa conosco e parece empenhado a nos levar ao fracasso. Deus declara em Jeremias 29:11: "Porque sou Eu que conheço os planos que tenho para vocês ... planos de faze-los prosperar e não lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro."