Muitos vivem segundo o princípio do “Eu preciso ter, e precisa ser agora!” Lembro-me quando precisava esperar dias, às vezes semana, para rever as provas da revista que eu editava e eram enviadas pelo correio. Hoje provas digitais chegam por e-mail quase que instantaneamente. E já quase achamos esse meio “devagar” demais.
Notícias e informações igualmente precisam ser imediatas. Nada de esperar pelo jornal diário ou ir à biblioteca fazer pesquisas. Tudo o que precisamos pode ser encontrado pela Internet. Quando vamos ao nosso restaurante ou lanchonete preferido, ficamos impacientes se temos que esperar alguns minutos para sermos atendidos. Sabemos o que queremos, e o queremos para já!
Atletas jovens e talentosos, ansiosos por capitalizar seus dotes físicos, procuram fugir das etapas de preparação, visando apenas alcançar as riquezas proporcionadas pelo esporte profissional.
Líderes empresariais não dispostos a investir tempo necessário para o desenvolvimento de suas carreiras e aspirações de modo convencional, escolhem tomar atalhos, transigindo nos padrões morais e éticos. Querem gratificar suas necessidades e desejos, e isso precisa acontecer já!
Todo o mundo se encanta diante da perspectiva de obter sucesso "da noite para o dia”. A realidade, porém, é que mesmo aqueles que de repente explodem no mundo dos negócios ou profissional
ou outra área, geralmente perseguiram sua paixão no anonimato por anos a fio. Para a maioria, foram anos mais pontuados pelo fracasso do que pelo êxito. O segredo é que, ao invés de desistir, desanimados ou desesperados, perseveraram em sua busca.
Perseverar é recusar-se a desistir, é constância em se manter fiel a um sonho, uma visão ou missão, mesmo diante de obstáculos enormes. Esta é uma característica dos maiores exploradores, cientistas e inventores que o mundo já conheceu. Perseverança, além de proporcionar determinação e disciplina para suportar e vencer adversidades, gera também outros benefícios:
Perseverança forja o caráter. Como o exercício físico faz com os músculos, assim perseverança fortalece a pessoa no íntimo, promovendo um caráter experimentado, que não se dobra quando confrontado com a derrota ou o desapontamento. “Não só isso, mas também nos gloriamos nas tribulações, porque sabemos que a tribulação produz perseverança; a perseverança, um caráter aprovado; e o caráter aprovado, esperança” (Romanos 5.3-4).
Perseverança aumenta com a fé. Fé em si mesmo, em suas metas e, acima de tudo em Deus, fornece a “energia” que produz perseverança para prosseguir no longo prazo. “Pois vocês sabem que a prova da sua fé produz perseverança. E a perseverança deve ter ação completa, a fim de que vocês sejam maduros e íntegros, sem lhes faltar coisa alguma” (Tiago 1.3-4).
Perseverança capacita a lidar com expectativas frustradas. Que acontece quando os resultados esperados não surgem? Alguns desistem, resignados. Outros abandonam seus planos e vão
em busca de novos objetivos. Mas há os que se agarram às suas metas, impelidos pela esperança de alcançá-las um dia. Foi o que fizeram os patriarcas da “galeria da fé”: “Todos estes receberam bom testemunho por meio da fé; no entanto, nenhum deles recebeu o que havia sido prometido. Deus havia planejado algo melhor para nós, para que conosco fossem eles aperfeiçoados” (Hebreus 11.39-40).
Por Robert J. Tamasy
segunda-feira, 22 de junho de 2009
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Individualismo e Interdependência
Por Rick Boxx
Você já assistiu a uma competição esportiva,um jogo de futebol ou basquete, em que um jogador monopoliza a bola e não a passa aos companheiros? Por melhor que ele seja, uma boa defesa acabará por deter esse atleta egocêntrico, anulando ou minimizando seu desempenho. Existe um bom motivo para ele ser parte da equipe: ele não consegue vencer sozinho!
De modo similar, a cultura de mercado coloca tanta ênfase sobre a individualidade, que muitas metas de equipe são sacrificadas, resultando em fracasso no final. Ao invés do trabalho conjunto, grandes realizadores preferem atrair atenção para si mesmos, comprometendo o êxito da corporação, em sua busca por benefícios próprios.
Empresas de sucesso procuram estabelecer equilíbrio entre interdependência e individualismo. Colocam os objetivos da equipe em primeiro plano e encorajam os membros a trabalhar em conjunto para atingi-los. Valorizam, também, os talentos e habilidades individuais. Sabem, contudo, que permitir que alguém coloque sua meta individual acima do da equipe é, na melhor das hipóteses, contraproducente, e letal, na pior delas.
As idéias sobre trabalho em equipe e interdependência não são novas. Há aspectos delas em todas as civilizações. A Bíblia, coleção de escritos compilados ao longo de milhares de anos, reafirma freqüentemente o valor do trabalho em conjunto. Considere os seguintes princípios do livro de Eclesiastes:
Mesmo os mais fortes necessitam do suporte de outros. O CEO de uma empresa recebe aplauso quando a organização prospera e a maior parcela de responsabilidade quando ela fracassa. Porém, nem mesmo o maior líder ou o mais empreendedor pode fazer sozinho todo o trabalho, nem tampouco possui todas as habilidades necessárias para as diferentes tarefas. “É melhor ter companhia do que estar sozinho, porque maior é a recompensa do trabalho de duas pessoas” (Eclesiastes 4.9).
Trabalho em equipe capacita a vencer o fracasso. Ninguém é bem-sucedido o tempo todo. Na verdade falhamos mais do que obtemos sucesso. Quando falhamos – ou tropeçamos – é fundamental a presença do outro ao nosso lado para nos erguer, limpar-nos da poeira, encorajar-nos a tentar de novo e sugerir o que pode ter dado errado. “Se um cair, o amigo pode ajudá-lo a levantar-se. Mas pobre do homem que cai e não tem quem o ajude a levantar-se!” (Eclesiastes 4.10).
Trabalho isolado limita a produtividade. Trabalhar sozinho pode limitar a eficiência (e a criatividade) de uma pessoa, principalmente em (situações) empreendimentos criativos, em que várias mentes podem encontrar soluções que, isoladamente, jamais se descobriria. O “atrito criativo” pode fazer surgir o que há de melhor em cada um. “E se dois dormirem juntos, vão manter-se aquecidos. Como, porém, manter-se aquecido sozinho?” (Eclesiastes 4.11).
A força da interdependência não pode ser exercida isoladamente. Um cavalo é capaz de suportar certo peso, mas se colocado a trabalhar junto com outro, ambos poderão puxar muitas vezes mais carga. Isso também é verdadeiro no ambiente organizacional, onde os desafios são muitas vezes impossíveis de ser alcançados por uma pessoa isoladamente. “Um homem sozinho pode ser vencido, mas dois conseguem defender-se. Um cordão de três dobras não se rompe com facilidade” (Eclesiastes 4.12).
Você já assistiu a uma competição esportiva,um jogo de futebol ou basquete, em que um jogador monopoliza a bola e não a passa aos companheiros? Por melhor que ele seja, uma boa defesa acabará por deter esse atleta egocêntrico, anulando ou minimizando seu desempenho. Existe um bom motivo para ele ser parte da equipe: ele não consegue vencer sozinho!
De modo similar, a cultura de mercado coloca tanta ênfase sobre a individualidade, que muitas metas de equipe são sacrificadas, resultando em fracasso no final. Ao invés do trabalho conjunto, grandes realizadores preferem atrair atenção para si mesmos, comprometendo o êxito da corporação, em sua busca por benefícios próprios.
Empresas de sucesso procuram estabelecer equilíbrio entre interdependência e individualismo. Colocam os objetivos da equipe em primeiro plano e encorajam os membros a trabalhar em conjunto para atingi-los. Valorizam, também, os talentos e habilidades individuais. Sabem, contudo, que permitir que alguém coloque sua meta individual acima do da equipe é, na melhor das hipóteses, contraproducente, e letal, na pior delas.
As idéias sobre trabalho em equipe e interdependência não são novas. Há aspectos delas em todas as civilizações. A Bíblia, coleção de escritos compilados ao longo de milhares de anos, reafirma freqüentemente o valor do trabalho em conjunto. Considere os seguintes princípios do livro de Eclesiastes:
Mesmo os mais fortes necessitam do suporte de outros. O CEO de uma empresa recebe aplauso quando a organização prospera e a maior parcela de responsabilidade quando ela fracassa. Porém, nem mesmo o maior líder ou o mais empreendedor pode fazer sozinho todo o trabalho, nem tampouco possui todas as habilidades necessárias para as diferentes tarefas. “É melhor ter companhia do que estar sozinho, porque maior é a recompensa do trabalho de duas pessoas” (Eclesiastes 4.9).
Trabalho em equipe capacita a vencer o fracasso. Ninguém é bem-sucedido o tempo todo. Na verdade falhamos mais do que obtemos sucesso. Quando falhamos – ou tropeçamos – é fundamental a presença do outro ao nosso lado para nos erguer, limpar-nos da poeira, encorajar-nos a tentar de novo e sugerir o que pode ter dado errado. “Se um cair, o amigo pode ajudá-lo a levantar-se. Mas pobre do homem que cai e não tem quem o ajude a levantar-se!” (Eclesiastes 4.10).
Trabalho isolado limita a produtividade. Trabalhar sozinho pode limitar a eficiência (e a criatividade) de uma pessoa, principalmente em (situações) empreendimentos criativos, em que várias mentes podem encontrar soluções que, isoladamente, jamais se descobriria. O “atrito criativo” pode fazer surgir o que há de melhor em cada um. “E se dois dormirem juntos, vão manter-se aquecidos. Como, porém, manter-se aquecido sozinho?” (Eclesiastes 4.11).
A força da interdependência não pode ser exercida isoladamente. Um cavalo é capaz de suportar certo peso, mas se colocado a trabalhar junto com outro, ambos poderão puxar muitas vezes mais carga. Isso também é verdadeiro no ambiente organizacional, onde os desafios são muitas vezes impossíveis de ser alcançados por uma pessoa isoladamente. “Um homem sozinho pode ser vencido, mas dois conseguem defender-se. Um cordão de três dobras não se rompe com facilidade” (Eclesiastes 4.12).
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Não Desista!
Por Robert D. Foster
O romancista Oscar Wilde escreveu: “Experiência é o nome que todos dão aos seus erros”. Embora a afirmação de Wilde sugira que as pessoas sempre podem encontrar uma desculpa para o que fizeram, essa declaração também põe em evidência uma verdade do cotidiano: Falhar é uma oportunidade para o aprendizado de lições valiosas!
Raramente é fácil admitir uma falha. Geralmente é desencorajador. Quando falhamos, frustrados, somos confrontados pela tentação de desistir. Mas falhar faz parte da vida tanto quanto respirar.
Diante do fracasso devemos voltar atrás, retornar ao ponto de partida e tentar novamente, esperando ser bem-sucedidos nessa tentativa ou na próxima. Se você pensar a respeito verá que todos temos experiência em “voltar atrás” depois de um fracasso. Pondere no seguinte:
· Todos nós caímos na primeira tentativa que fizemos para andar.
· Todos nós quase nos afogamos quando tentamos nadar pela primeira vez.
· Todos passamos por dificuldades quando começamos a tentar juntar as letras e formar palavras.
· Nos esportes quase todos nós erramos a bola na primeira tentativa de chute ou rebatida.
Rowland Hussey Macy, fundador da primeira loja de departamentos dos Estados Unidos, falhou 7 vezes antes que o seu empreendimento se tornasse sucesso em New York. O romancista britânico John Creasey, ainda jovem escritor, recebeu 743 recusas antes de firmar uma carreira de sucesso com mais de 600 romances de mistério.
Como você se recupera dos reveses da vida? Retraindo-se desencorajado, temendo se arriscar a outro insucesso? Ou reúne toda a sua determinação, decidido a tentar com mais empenho, cheio da expectativa de alcançar sucesso à medida que persevera em meio aos desafios?
Ouça o excelente conselho do escritor Paul S. Rees: “Deus pode tomar nossos fracassos e transformá-los em sucesso; Ele pode tomar nossos medos e transformá-los em coragem; Ele pode tomar nossos preconceitos e dissolve-los em Seu amor; Ele pode tomar-nos, quando nos afastamos totalmente Dele e de nossos deveres, e pousar Sua mão sobre nós para nos resgatar; Ele pode nos transformar, levando-nos a enfrentar uma vez mais a tarefa que nos intimida e vencer o inimigo que nos humilhou.”
Não estamos sós em nossos fracassos. Lembre-se sempre que não estamos sozinhos em meio às nossas lutas. Pondere sobre estas palavras encorajadoras de Deus para os tempos de dificuldades: “Por isso não tema, pois estou com você; não tenha medo, pois sou o seu Deus. Eu o fortalecerei e o ajudarei; Eu o segurarei com a Minha mão direita vitoriosa” (Isaías 41.10).
Os fracassos podem nos tornar melhores. Reagir de modo apropriado ao fracasso resulta em mais do que simplesmente agarrar firmemente algo até obter sucesso. Também ajuda a nos moldar, tornando-nos pessoas melhores, edificando um caráter sólido e resistente. A Bíblia diz: “Meus irmãos, considerem motivo de grande alegria o fato de passarem por diversas provações, pois vocês sabem que a prova da sua fé produz perseverança. E a perseverança deve ter ação completa, a fim de que vocês sejam maduros e íntegros, sem lhes faltar coisa alguma.” (Tiago 1.2-4).
A Fé é nosso guia em meio ao fracasso. Fé - não apenas em nós e em nossas habilidades, mas acima de tudo, em Deus, aquele que controla todas as circunstâncias que nos cercam - é crucial se quisermos alcançar sucesso num mundo adverso que não se preocupa conosco e parece empenhado a nos levar ao fracasso. Deus declara em Jeremias 29:11: "Porque sou Eu que conheço os planos que tenho para vocês ... planos de faze-los prosperar e não lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro."
O romancista Oscar Wilde escreveu: “Experiência é o nome que todos dão aos seus erros”. Embora a afirmação de Wilde sugira que as pessoas sempre podem encontrar uma desculpa para o que fizeram, essa declaração também põe em evidência uma verdade do cotidiano: Falhar é uma oportunidade para o aprendizado de lições valiosas!
Raramente é fácil admitir uma falha. Geralmente é desencorajador. Quando falhamos, frustrados, somos confrontados pela tentação de desistir. Mas falhar faz parte da vida tanto quanto respirar.
Diante do fracasso devemos voltar atrás, retornar ao ponto de partida e tentar novamente, esperando ser bem-sucedidos nessa tentativa ou na próxima. Se você pensar a respeito verá que todos temos experiência em “voltar atrás” depois de um fracasso. Pondere no seguinte:
· Todos nós caímos na primeira tentativa que fizemos para andar.
· Todos nós quase nos afogamos quando tentamos nadar pela primeira vez.
· Todos passamos por dificuldades quando começamos a tentar juntar as letras e formar palavras.
· Nos esportes quase todos nós erramos a bola na primeira tentativa de chute ou rebatida.
Rowland Hussey Macy, fundador da primeira loja de departamentos dos Estados Unidos, falhou 7 vezes antes que o seu empreendimento se tornasse sucesso em New York. O romancista britânico John Creasey, ainda jovem escritor, recebeu 743 recusas antes de firmar uma carreira de sucesso com mais de 600 romances de mistério.
Como você se recupera dos reveses da vida? Retraindo-se desencorajado, temendo se arriscar a outro insucesso? Ou reúne toda a sua determinação, decidido a tentar com mais empenho, cheio da expectativa de alcançar sucesso à medida que persevera em meio aos desafios?
Ouça o excelente conselho do escritor Paul S. Rees: “Deus pode tomar nossos fracassos e transformá-los em sucesso; Ele pode tomar nossos medos e transformá-los em coragem; Ele pode tomar nossos preconceitos e dissolve-los em Seu amor; Ele pode tomar-nos, quando nos afastamos totalmente Dele e de nossos deveres, e pousar Sua mão sobre nós para nos resgatar; Ele pode nos transformar, levando-nos a enfrentar uma vez mais a tarefa que nos intimida e vencer o inimigo que nos humilhou.”
Não estamos sós em nossos fracassos. Lembre-se sempre que não estamos sozinhos em meio às nossas lutas. Pondere sobre estas palavras encorajadoras de Deus para os tempos de dificuldades: “Por isso não tema, pois estou com você; não tenha medo, pois sou o seu Deus. Eu o fortalecerei e o ajudarei; Eu o segurarei com a Minha mão direita vitoriosa” (Isaías 41.10).
Os fracassos podem nos tornar melhores. Reagir de modo apropriado ao fracasso resulta em mais do que simplesmente agarrar firmemente algo até obter sucesso. Também ajuda a nos moldar, tornando-nos pessoas melhores, edificando um caráter sólido e resistente. A Bíblia diz: “Meus irmãos, considerem motivo de grande alegria o fato de passarem por diversas provações, pois vocês sabem que a prova da sua fé produz perseverança. E a perseverança deve ter ação completa, a fim de que vocês sejam maduros e íntegros, sem lhes faltar coisa alguma.” (Tiago 1.2-4).
A Fé é nosso guia em meio ao fracasso. Fé - não apenas em nós e em nossas habilidades, mas acima de tudo, em Deus, aquele que controla todas as circunstâncias que nos cercam - é crucial se quisermos alcançar sucesso num mundo adverso que não se preocupa conosco e parece empenhado a nos levar ao fracasso. Deus declara em Jeremias 29:11: "Porque sou Eu que conheço os planos que tenho para vocês ... planos de faze-los prosperar e não lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro."
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